Referências

Documentação

Normas, ferramentas, legislação e guias para entender acessibilidade digital e como interpretar os resultados do InclusivAudit.

Guia de uso

Como interpretar os resultados

Entenda o que cada seção do relatório significa e quais ações tomar.

Índice diagnóstico

Não normativo

Número de 0 a 100 que reflete a gravidade das violações encontradas. É um indicador auxiliar — não representa conformidade formal. Uma pontuação de 100 não garante conformidade WCAG.

Erros (confiança alta)

Prioridade

Violações detectadas automaticamente com alta certeza. Exemplos: imagem sem alt, botão sem nome acessível, link genérico "clique aqui". Corrigir esses é prioridade.

Revisar manualmente

Análise humana

Itens detectados com confiança média ou baixa — a ferramenta encontrou um padrão suspeito, mas a confirmação requer julgamento humano. Ex: alt text que pode estar incorreto.

Aceito

Verificado

Critérios verificados e sem violações detectadas. Significa que a regra foi verificada e nenhum problema foi encontrado — não significa que toda a página está correta.

Limitações importantesEsta ferramenta verifica automaticamente 22 regras de um universo muito maior de critérios. A conformidade formal com WCAG 2.1 ou eMAG 3.1 exige auditoria manual completa, incluindo testes com tecnologias assistivas reais (NVDA, JAWS, VoiceOver, TalkBack).
Norma brasileira

eMAG 3.1

O Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico é obrigatório para portais da administração pública federal.

6 categorias de recomendações eMAG 3.1

MarcaçãoUso correto de HTML semântico — listas, cabeçalhos, tabelas, formulários, landmarks.
ComportamentoScripts acessíveis — não bloquear teclado, foco gerenciado, sem armadilhas de foco.
Conteúdo / InformaçãoIdioma declarado, título da página, cabeçalhos hierárquicos, alternativas textuais.
Apresentação / DesignCSS para apresentação, contraste de cores, tamanho de fonte ajustável, sem CSS essencial.
MultimídiaLegendas, audiodescrição e alternativas textuais para áudio e vídeo.
FormulárioLabels associados, fieldset+legend, instruções claras, mensagens de erro descritivas.
Padrão internacional

WCAG 2.1 e 2.2

Web Content Accessibility Guidelines — diretrizes do W3C adotadas globalmente e referenciadas pelo eMAG.

4 princípios WCAG (POUR)

Perceptível

Informação e interface devem ser apresentadas de forma que os usuários possam perceber.

Operável

Componentes de interface e navegação devem ser operáveis por qualquer usuário.

Compreensível

Informação e operação da interface devem ser compreensíveis.

Robusto

Conteúdo deve ser robusto o suficiente para ser interpretado por diferentes agentes de usuário.

Ferramentas

Ferramentas complementares

Use em conjunto com o InclusivAudit para uma cobertura mais ampla.

Legislação brasileira

Marco legal da acessibilidade digital

Principais instrumentos normativos que regulam a acessibilidade digital no Brasil.

Sobre o InclusivAudit

Como nosso sistema funciona

Arquitetura técnica e metodologia de análise.

Motor de análise estática (HTML)

O pacote @inclusivaudit/engine faz parse do HTML usando node-html-parser e executa 22 regras de verificação. Rápido (~1s), funciona sem JavaScript. Detecta problemas estruturais como alt faltando, labels desassociados, hierarquia de cabeçalhos incorreta.

Motor de análise dinâmica (Playwright + axe-core)

Quando o modo dinâmico é ativado, o capture-server executa Playwright (Chromium headless) para renderizar a página com JavaScript completo. Em seguida, o axe-core da Deque Systems executa análise in-browser e detecta violações que só existem após a renderização do DOM.

Fusão e deduplicação de resultados

Os findings dos dois motores são mesclados. Violações do axe-core têm precedência para o mesmo critério/seletor — evitando duplicatas. O resultado final é ordenado por severidade (crítico → sério → moderado → menor).

Pontuação (índice diagnóstico)

Score de 0 a 100 calculado com pesos por severidade: crítico (-15), sério (-8), moderado (-4), menor (-1). Serve apenas como indicador relativo — não representa conformidade formal com WCAG ou eMAG.

O que esta ferramenta NÃO verifica

Contraste de cores (requer CSS computado completo), alternativas para vídeo/áudio, navegação por teclado no DOM renderizado, comportamento com tecnologias assistivas reais (NVDA, JAWS), e a maioria dos critérios AAA. Uma auditoria formal é sempre necessária.